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Número de brasileiros com problemas de pressão alta foi recorde em 2023. Dr. Julio Pereira – Neurocirurgião São Paulo – Neurocirurgião Beneficência Portuguesa

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O ano de 2023 marcou um triste recorde no Brasil: o maior número de brasileiros diagnosticados com hipertensão arterial, popularmente conhecida como pressão alta. Essa condição, muitas vezes assintomática, é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC). As causas são multifatoriais, incluindo hábitos alimentares inadequados, sedentarismo, obesidade, estresse e predisposição genética.

Os dados alarmantes revelam uma verdadeira epidemia silenciosa, com consequências devastadoras para a saúde pública. A hipertensão arterial sobrecarrega o sistema de saúde, demandando recursos para o tratamento de suas complicações, como internações hospitalares, medicamentos e procedimentos cirúrgicos. Além disso, a doença impacta a qualidade de vida dos pacientes, limitando suas atividades diárias e aumentando o risco de incapacidade e morte prematura.

As estratégias para combater essa epidemia envolvem ações em diversas frentes. A promoção de hábitos de vida saudáveis, como alimentação equilibrada, prática regular de exercícios físicos e controle do peso, é fundamental para prevenir e controlar a hipertensão. O acesso facilitado ao diagnóstico e tratamento, com acompanhamento médico regular, também é crucial para evitar complicações.

A conscientização da população sobre os riscos da hipertensão e a importância de seu controle é outro pilar essencial. Campanhas educativas, tanto em nível nacional quanto local, podem disseminar informações sobre a doença, seus sintomas, fatores de risco e formas de prevenção. A participação ativa dos profissionais de saúde, como médicos, enfermeiros e nutricionistas, é fundamental para orientar e acompanhar os pacientes.

Em suma, o recorde de brasileiros com hipertensão em 2023 é um alerta para a necessidade de ações urgentes e efetivas. A prevenção, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado são as chaves para combater essa epidemia silenciosa e garantir a saúde e o bem-estar da população. É preciso unir esforços em todos os níveis para enfrentar esse desafio e construir um futuro mais saudável para o Brasil.